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Doping tecnológico: UCI testou 3.773 bicicletas na última edição do Tour de France

Ciclistas na Champs Elysées

A União Ciclística Internacional (UCI) fez 3.773 testes contra fraudes tecnológicas na última edição do Tour de France, que terminou no domingo, 23 de julho em Paris. Todas as verificações foram realizadas sem aviso prévio, antes, durante ou após as corridas, ao longo das 21 fases da centenária competição francesa de três semanas. Todos os exames foram negativos.

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A entidade máxima do ciclismo mundial usou métodos como a imagem térmica e raios-X. Ainda realizou testes adicionais utilizando tecnologia de resistência magnética.

O presidente da UCI, Brian Cookson disse: – Quero agradecer a equipe UCI pelo seu trabalho duro e dedicação em testar tantas bicicletas ao longo das últimas três semanas. Isso demonstra nosso compromisso absoluto para não deixar pedra sobre pedra em um assunto que pode danificar seriamente a reputação renovada do ciclismo. Gostaria também de agradecer aos pilotos, as equipes, aos organizador do Tour deste ano, bem como a polícia francesa por sua cooperação e apoio. Vamos continuar testando bicicletas em todo o resto da temporada, vamos fazer tudo ao nosso alcance para garantir que falcatrua fique fora do nosso esporte -.

Pelotão esticado

O doping tecnológico foi descoberto no início do ano quando encontraram um motor na bicicleta da belga Femke Van den Driessche, no Campeonato Mundial de Ciclocross Sub-23, em Zolder, na Bélgica. Após o ocorrido, a ciclista deu uma entrevista dizendo que se afastaria do esporte.

Source: De Bike (Globo) / Doping tecnológico: UCI testou 3.773 bicicletas na última edição do Tour de France

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